Ligando o
nosso encontro às
leituras deste Domingo, em particular, ao Evangelho (Lc. 18,1-8), e tendo como pano de fundo o salvamento dos 33 mineiros das jazidas de San José, no Chile, que passaram 69 dias soterrados, a 700 metros de profundidade, algumas ideias me assaltam de imediato:
- a necessidade de orar sempre sem desanimar
- Corria o ano de 1985, assinalava-se o 40º aniversário da ONU e Madre Teresa foi convidada a discursar na assembleia geral. Pérez de Cuéllar, então secretário-geral, apresentava-a como a "mulher mais poderosa do Mundo" - ela tinha ganho o Nobel da Paz 6 anos antes.
- a importância da comunicação (quer para o corpo, quer para a alma)...
- a evidência de que fomos chamados à vida em comunidade, com regras (incentivos e penalidades), com pactos (alianças), com objectivos comuns (individuais e/ou partilhados), com diferenças/divergências...
- a necessidade do estabelecimento de prioridades...
- a urgência do retorno ao primado do bem comum
- Caridade, a Palavra caída em desuso/desgraça que urge recuperar/honrar...
- a inquietação como ponto de partida para a busca e para o encontro em vez de desculpa para desatinar...
- a certeza de que a Igreja (comunidade e sacramento de salvação) é o meu lugar favorito...
- o lugar em que quero estar (a minha/nossa casa);
- o lugar quero transformar (o meu/nosso legado);
- o lugar que me/nos torna melhor(es), mais humano(s), mais santo(s).
PS - O próximo comentário à Reunião 2 deve ter o título "Reunião 2 - Eu Acredito! (III)" e assim sucessivamente. Pode ser? Do que estão à espera?... Toca a partilhar!...
Reunião 2 - Eu Acredito! (IV)
ResponderEliminarÉ verdade que talvez achamos dificil ao inicio o que nos era proposto, frases dificeis e tal :P . Mas acho que no final todos nos viamos nessas mesmas frases e talvez não só naquela que escolhemos mas se calhar também um bocadinho de nós estava presente em todas as frases que na reunião foram ditas.
Todos temos dúvidas, todos temos as nossas inclinações, todos temos uma relação diferente com Deus... Mas todos acreditamos e é isso que nos une, a fé de um pode ser mais pequena que o do outro, mas todos juntos somos mais fortes que aquele que não acredita que não tem nada.
Para mim o nosso Deus não é inquisidor ou castigador ou que queira nos dar sofrimento. Para mim é um Deus que ama e precisa de ser amado, misericordioso. É um Deus bom! E tal como disse no Sábado é tão bom que até nos deixou nas mãos tudo o que ele criou dando nos até a escolha para o maltratar, dá-nos a liberdade. E às vezes pergunto-me porquê, porque não é ele um Deus castigador? Porque nos perdoa tanto? Quem pode amar assim tanto?
Acho que foi uma boa reunião e que de uma maneira inesperada ficamo-nos a conhecermo-nos melhor.
O importante é acreditarmos, e é por isso que temos um objectivo comum.
Gostei do video Joana :D