O tema da confidencialidade está presente na maior parte das vezes em que alguém nos pede apoio. Para que esse apoio a quem está em crise seja efectivo, é crucial saber quando manter ou quebrar uma promessa de confidencialidade.
Quando quebramos essa promessa, assolam-nos questões como:
- A confiança que aquela pessoa depositava em mim será perdida?
- Essa pessoa recusará a minha ajuda, uma vez que violei a sua confidencialidade?
- Ficará irritada, embaraçada ou magoada?
Não existirão então momentos e circunstâncias em que a confidencialidade deve ser quebrada?
Por exemplo, quando alguém ameaça fazer mal a outro ou a si mesmo, ou quando há abuso físico a acontecer. Existem também áreas mais dúbias, onde não é fácil perceber se se deve quebrar a confidencialidade: aborto, gravidez, abuso de drogas ou álcool, fugir de casa...
Por exemplo, quando alguém ameaça fazer mal a outro ou a si mesmo, ou quando há abuso físico a acontecer. Existem também áreas mais dúbias, onde não é fácil perceber se se deve quebrar a confidencialidade: aborto, gravidez, abuso de drogas ou álcool, fugir de casa...
O que fazer?

Existem situações que acarretam uma obrigação moral de quebrar a confidencialidade:
- Alguém está a sofrer ou sofreu abuso físico ou sexual;
- Alguém planeia agredir outro;
- Alguém planeia agredir-se a si mesmo.
Quando Reportar?
Como Reportar?
- Acompanhar: Ficar ao lado da pessoa ao longo do tempo
- Recursos: Conhecer os recursos de ajuda na zona
- Tacto: Fazer com que o outro não se sinta rejeitado
- Envolver: Envolver o outro activamente
Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.