1ª Semana, 3ª feira
15 de Março
Mateus 6, 7-15
«Nas vossas orações, não sejais como os gentios, que usam de vãs repetições, porque pensam que, por muito falarem, serão atendidos. Não façais como eles, porque o vosso Pai celeste sabe do que necessitais antes de vós lho pedirdes.
Rezai, pois assim:
'Pai-nosso, que estás no Céu,
santificado seja o teu nome,
venha o teu Reino;
faça-se a tua vontade,
como no Céu, assim também na terra.
Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia;
perdoa as nossas ofensas,
como nós perdoámos a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livra-nos do Mal.'
Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai vos não perdoará as vossas.»

'Tantas palavras ditas por dia! Conversa fiada sobre o tempo, sobre a novela, sobre a bola. Emails, sms, tweets vazios...apenas para cumprir a rotina.
O risco está em que as palavras da nossa oração se tornem do mesmo género: vazias, rotineiras, inócuas.
Por isso é que Jesus insiste no apelo a uma oração simples e sincera.
A uma oração que se torna prelúdio de um empenho concreto.'

'Quero falar conTigo, Pai nosso, com palavras simples.
Já aprendi que não olhas à quantidade das palavras
mas à sua qualidade; à sua capacidade
de se tornarem sinais do teu amor.
Ensina-me a rezar-Te com verdade.'
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