sábado, 27 de novembro de 2010

Retiro do Advento

RETIRO DO ADVENTO

Local: Seminário de N. Sra. de Fátima
          Largo Pe. Adriano Pedrali, 1
          2611-853 Alfragide
          Tel. 214707300
          sns@ono.com
          Mapa

Data: I Domingo do Advento, 28 de Novembro

Ponto de encontro: 4 Caminhos, Queluz
Hora: 09:00
Transporte: Autocarro 107 VIMECA (sai as 9:00 da Idanha)

Material necessário: Bíblia, bloco de notas, caneta ou lápis

Conheces os Dehonianos, Sacerdotes do Coração de Jesus (SCJ)?

sábado, 20 de novembro de 2010

Nada te perturbe

Apenas oração
Nada te perturbe,
Nada te espante,
Tudo passa,
Deus não muda,
A paciência tudo alcança;
Quem a Deus tem,
Nada lhe falta:
Só Deus basta.

A lua
Eleva o pensamento,
Ao céu sobe,
Por nada te angusties,
Nada te perturbe.
A Jesus Cristo segue,
Com grande entrega,
E, venha o que vier,
Nada te espante.
Vês a glória do mundo?
É glória vã;
Nada tem de estável,
Tudo passa.

Deseje às coisas celestes,
Que sempre duram;
Fiel e rico em promessas,
Deus não muda.

Ama-o como merece,
Bondade Imensa;
Confiança e fé viva,
Mantenha a alma,
Que quem crê espera,
Tudo alcança.

Transfiguração
A maldade, a injustiça,
O abandono, não ameaçará,
Quem a Deus tem,
Mesmo que passe por momentos difíceis;
Sendo Deus o seu tesouro,
Nada lhe falta.

Ainda que tudo perca,
Só Deus basta.

Santa Teresa de Ávila

Reunião 6 - Sinais de alarme de suicídio

Os seguintes comportamentos podem mostrar que a pessoa pode ser suicida. Quando estes sinais aparecem ligados a uma crise importante na vida, estes sinais devem ser levados muito a sério.

Exprimir pensamentos suicidas ou uma preocupação com a morte

  • Falar de morrer ou de cometer suicídio na brincadeira ou de forma descontraída
  • Exprimir a ideia de morrer ou de cometer suicídio por escrito ou por desenhos

Fazer preparativos para a morte

  • Fazer um testamento ou começar a dar objectos de grande valor sentimental
Mudanças de personalidade
  • Ter oscilações drásticas de humor e mudanças de comportamento
  • Exprimir hostilidade, explosões de ira ou actuar impulsivamente
  • Tornar-se apático e desligado

Depressão

  • Perder interesse ou abandonar as actividades da escola, os amigos ou a família
  • Sentir-se solitário e sem esperança
  • Alterações de hábitos alimentares e de sono
  • Começar a usar ou aumentar o consumo de álcool ou de drogas
  • Diminuição do desempenho escolar
  • Ter feito uma anterior tentativa de suicídio

Crises importantes na vida

  • O suicídio de alguém próximo
  • A ruptura de um namoro ou amizade
  • Uma mudança de residência ou de escola
  • A morte de um familiar ou de um amigo próximo
  • Um divórcio ou separação dos pais
  • Outra crise pessoal ou familiar


Reunião 6 - Factos e mitos acerca do suicídio e depressão

A respeito de cada uma das frases seguintes, indica as que consideras verdadeiras (factos) e as que consideras falsas (mitos) acerca do suicídio de adolescentes.
1. Todas as pessoas suicidas estão profundamente deprimidas.
2. As pessoas que falam do suicídio não cometem suicídio.
3. O suicídio acontece sem avisos.
4. A pessoa suicida quer morrer e sente que não há caminho de regresso.
5. Quando alguém tenta o suicídio nunca mais deixará de pensar em suicidar-se.
6. Todas as pessoas suicidas estão mentalmente doentes.
7. Se perguntares a alguém se tem pensamentos suicidas estás a encorajar essa pessoa a cometer suicídio.
8. Se um amigo te diz que está a pensar em cometer suicídio e te pede que não digas nada a ninguém, deves cumprir essa promessa.
9. Como adolescente, eu não posso fazer nada para ajudar uma pessoa suicida.

Lançamento da Reunião 6

Revisão

Breve resumo dos encontros anteriores.

Reuniões 4
ROTA

Magusto

Factos e mitos acerca do suicídio e da depressão

Introdução ao tema da reunião.

Anatomia de uma crise

Como nasce e como se desenvolve uma crise: a bola de neve que se transforma em avalanche. Como escapar?
  • Debate
  • Estratégias de intervenção
  • Competências pró-activas
Oração

ROTA

R - Reunidos

  • Porque queremos ser/fazer comunidade
  • Porque invocamos o Espírito Santo cantado "Vinde Santo Espírito"
  • Escolhemos "Reunidos"

O - Oração

  • Porque nascemos em oração
  • Porque somos fruto da oração
  • Porque só Deus basta!
  • Escolhemos "Oração

T - Traçados

  • Porque fomos chamados por Deus à vida
  • Porque somos Baptizados
  • Porque participamos na tríplice missão profética, sacerdotal e real de Jesus Cristo
  • Porque Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida 
  • Porque queremos ser caminho, verdade e vida
  • Escolhemos "Traçados

A - Alegria

  • Porque somos jovens
  • Porque somos irreverentes e optimistas
  • Porque não temos medo
  • Escolhemos "Alegria"

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Reunião 5 - Magusto

Cada um faça uma breve análise do Magusto sinalizando os pontos fortes, os pontos fracos, as oportunidades e as ameaças.

Pontos fortes

  • Participação da comunidade paroquial
  • Resultado
  • ...

Pontos fracos

  • Ruptura de mantimentos 
  • Falta de liderança
  • ...

Oportunidades

  • Fazer comunidade
  • Viver/ser Igreja
  • ...

Ameaças

  • Excesso de solicitações (venda de bolos, magusto, festa de Natal, rifas, etc...)
  • Perdermos o sentido da peregrinação
  • ...

Reunião 5 - Grupo do logotipo

Grupo do logotipo

  • Mónica
  • Alexandre
  • Rui

Contributos para o vosso trabalho

R - Reunidos - Não houve sugestões
O - Oração - Bússola
T - Traçados - Cruz
A - Alegria - Não houve sugestões

Fundo - Mapa, caminho, traçado, rota (como no Projecto GPS)

Lema: Sou eu, és tu, somos nós, é Jesus quem faz comunidade

Símbolo: Não houve sugestões

Objectivo para a próxima reunião: a equipa do logotipo deve apresentar uma a três propostas de logotipo

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Reunião 5 - ROTA

Significado de rota


No Dicionário Priberam da Língua Portuguesa encontramos as seguintes definições para a palavra "rota":

1. Derrota; peleja.
2. Rumo; caminho.
3. Tribunal pontifício que resolve os pleitos sobre benefícios composto por doze juízes eclesiásticos.
4. Espécie de junco ou cipó de cujas fibras se fazem velas e esteiras.
5. Ant. Mús. Instrumento de cordas do género das cítaras em uso na Idade Média.
de rota batidaapressadamente, sem parar.
rota aéreaespaço aéreo de quinze quilómetros de largura no meio do qual os aviões devem voar para facilitar a inspecção!inspeção.

No GJQ2010


R - Reunidos

  • Porque queremos ser/fazer comunidade
  • Porque invocamos o Espírito Santo cantado "Vinde Santo Espírito"
  • Escolhemos "Reunidos"

O - Oração

  • Porque nascemos em oração
  • Porque somos fruto da oração
  • Porque só Deus basta!
  • Escolhemos "Oração

T - Traçados

  • Porque fomos chamados por Deus à vida
  • Porque somos Baptizados
  • Porque participamos na tríplice missão profética, sacerdotal e real de Jesus Cristo
  • Porque Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida 
  • Porque queremos ser caminho, verdade e vida
  • Escolhemos "Traçados

A - Alegria

  • Porque somos jovens
  • Porque somos irreverentes e optimistas
  • Porque não temos medo
  • Escolhemos "Alegria"

    sábado, 6 de novembro de 2010

    Lançamento da Reunião 5

    Toca a organizar!

    Ideias precisam-se!

    O nome do grupo


    Que significado assume o nome cristão recebido no Baptismo?
    O nome é importante, porque Deus conhece cada um pelo nome, isto é, na sua unicidade. Com o Baptismo, o cristão recebe na Igreja o próprio nome, de preferência o de um santo, de maneira que este ofereça ao baptizado um modelo de santidade e lhe assegure a sua intercessão junto de Deus.

    A missão do grupo


    Em que consiste a missão dos Apóstolos?
    A palavra Apóstolo significa enviado. Jesus, o Enviado do Pai, chamou a Si doze entre os Seus discípulos e constituiu-os como seus Apóstolos, fazendo deles testemunhas escolhidas da sua ressurreição e fundamentos da sua Igreja. Deu-lhes o mandato de continuarem a sua missão, dizendo: «Como o Pai me enviou, assim também Eu vos envio a vós» (Jo 20,21). E prometeu estar com eles até ao fim do mundo.

    Porque é que a Igreja deve anunciar o Evangelho a todo o mundo?
    Porque Cristo ordenou: «ide e ensinai todas as nações, baptizando-as no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo» (Mt 28,19). Este mandato missionário do Senhor tem a sua fonte no amor eterno de Deus, que enviou o seu Filho e o seu Espírito porque «quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tim 2, 4).

    Lc 10,  - Missão dos setenta e dois discípulos (9,1-6; Mt 9,37-38; 10,5-16; Mc 6,7-11) - 1Depois disto, o Senhor designou outros setenta e dois discípulos e enviou-os dois a dois, à sua frente, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir. 2Disse-lhes:
    «A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe. 3Ide! Envio-vos como cordeiros para o meio de lobos. 4Não leveis bolsa, nem alforge, nem sandálias; e não vos detenhais a saudar ninguém pelo caminho. 5Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’ 6E, se lá houver um homem de paz, sobre ele repousará a vossa paz; se não, voltará para vós. 7Ficai nessa casa, comendo e bebendo do que lá houver, pois o trabalhador merece o seu salário.
    Não andeis de casa em casa. 8Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei do que vos for servido, 9curai os doentes que nela houver e dizei-lhes: ‘O Reino de Deus já está próximo de vós.’ 101Mas, em qualquer cidade em que entrardes e não vos receberem, saí à praça pública e dizei: 11‘Até o pó da vossa cidade, que se pegou aos nossos pés, sacudimos, para vo-lo deixar. No entanto, ficai sabendo que o Reino de Deus já chegou.’»

    O grupo de jovens é um espaço de crescimento do jovem na fé e na participação social.


    Concordas?


    A organização do grupo

    1 Cor 12,1-11 - Os carismas e o seu uso - 1A respeito dos dons do Espírito, irmãos, não quero que fiqueis na ignorância. 2Sabeis que, quando éreis pagãos, vos deixáveis arrastar, irresistivelmente, para os ídolos mudos. 3Por isso, quero que saibais que ninguém, falando sob a acção do Espírito Santo, pode dizer: «Jesus seja anátema», e ninguém pode dizer: «Jesus é Senhor», senão pelo Espírito Santo. 4Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo; 5há diversidade de serviços, mas o Senhor é o mesmo; 6há diversos modos de agir, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos. 7A cada um é dada a manifestação do Espírito, para proveito comum. 8A um é dada, pela acção do Espírito, uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de ciência, segundo o mesmo Espírito; 9a outro, a fé, no mesmo Espírito; a outro, o dom das curas, no único Espírito; 10a outro, o poder de fazer milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento dos espíritos; a outro, a variedade de línguas; a outro, por fim, a interpretação das línguas. 11Tudo isto, porém, o realiza o único e o mesmo Espírito, distribuindo a cada um, conforme lhe apraz.


    Algumas regras para o grupo

    • Que tenha uma organização mínima, com planeamento da sua caminhada, preparação das reuniões e outras actividades, divisão de tarefas entre todos, garantindo a participação de todos...
    • Que esteja disposto a reflectir a vida à luz do Evangelho, aprofundando o conhecimento e vivência da fé, na Igreja, e a actuar de modo transformador na sua realidade...
    • Que na sua vida de grupo e na sua caminhada de formação procure desenvolver de forma equilibrada todas as dimensões da formação integral do jovem e que equilibre reflexão, acção, oração...

    Que na sua vida de grupo e na sua caminhada de formação procure desenvolver de forma equilibrada todas as dimensões da formação integral do jovem e que equilibre reflexão, acção, oração...


    Concordas?


    As responsabilidades no grupo

    1 Cor 12, 12-31 - A imagem do corpo - 12Pois, como o corpo é um só e tem muitos membros, e todos os membros do corpo, apesar de serem muitos, constituem um só corpo, assim também Cristo. 13De facto, num só Espírito, fomos todos baptizados para formar um só corpo, judeus e gregos, escravos ou livres, e todos bebemos de um só Espírito.
    14O corpo não é composto de um só membro, mas de muitos. 15Se o pé dissesse: «Uma vez que não sou mão, não faço parte do corpo», nem por isso deixaria de pertencer ao corpo. 16E se o ouvido dissesse: «Uma vez que não sou olho, não faço parte do corpo», nem por isso deixaria de pertencer ao corpo. 17Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo ele fosse ouvido, onde estaria o olfacto?
    18Deus, porém, dispôs os membros no corpo, cada um conforme lhe pareceu melhor. 19Se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? 20Há, pois, muitos membros, mas um só corpo. 21Não pode o olho dizer à mão: «Não tenho necessidade de ti», nem tão pouco a cabeça dizer aos pés: «Não tenho necessidade de vós.» 22Pelo contrário, quanto mais fracos parecem ser os membros do corpo, tanto mais são necessários, 23e aqueles que parecem ser os menos honrosos do corpo, a esses rodeamos de maior honra, e aqueles que são menos decentes, nós os tratamos com mais decoro; 24os que são decentes, não têm necessidade disso.
    Mas Deus dispôs o corpo, de modo a dar maior honra ao que dela carecia, 25para não haver divisão no corpo e os membros terem a mesma solicitude uns para com os outros. 26Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria.
    27Vós sois o corpo de Cristo e cada um, pela sua parte, é um membro. 28E aqueles que Deus estabeleceu na Igreja são, em primeiro lugar, apóstolos; em segundo, profetas; em terceiro, mestres; em seguida, há o dom dos milagres, depois o das curas, o das obras de assistência, o de governo e o das diversas línguas. 29Porventura são todos apóstolos? São todos profetas? São todos mestres? Fazem todos milagres? 30Possuem todos o dom das curas? Todos falam línguas? Todos as interpretam? 31Aspirai, porém, aos melhores dons.
    Aliás, vou mostrar-vos um caminho que ultrapassa todos os outros.

    Mais algumas regras para o grupo

    • Que esteja ligado aos demais grupos e à organização de pastoral da juventude da sua paróquia e diocese, levando e recebendo informações e experiências, participando das atividades comuns...
    • Que esteja bem inserido na sua realidade, descobrindo as necessidades e oportunidades de acção e actuando na sua comunidade ou ambiente...
    • Que esteja preocupado com a evangelização de outros jovens, sendo testemunho e fermento no meio deles, promovendo actividades que os desperte e motive para a vivência comunitária...

    Que esteja disposto a apoiar o nascimento de outros grupos (e não a trazer gente para o seu grupo)...


    Concordas?